sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Infraworks 360 - Cadastro Técnico Municipal (IPTU)

Este projeto foi desenvolvido com a finalidade de fornecer dados para a atualização do Cadastro Técnico Municipal do município de Ibirité - MG.

Bom tarde a todos!!

Mais uma vez, muito obrigado pelas visitas!

Para "não quebrar a corrente"... como disse nos posts anteriores...

Resolvi postar aqui alguns modelos trabalhados no Autodesk Infraworks 360 porém, alguns não estão completos, não estão estarão georreferenciados corretamente, outros não estarão com a qualidade máxima e até mesmo, não tratados...

Neste sexto post da série, Infraworks 360, resolvi rever um projeto antigo e atualizá-lo para essa nova tecnologia.
Fui Chefe do Setor de Geoprocessamento da Prefeitura de Ibirité entre 02/2003 à 08/2006 e neste período, estivemos envolvidos em vários projetos voltados à mapeamentos envolvendo todas as Secretarias.
O nosso trabalho mais completo e por isso o mais desafiador, foi atualizar a base cartográfica do município, criando um novo MUB (Mapa Urbano Básico), onde além de alimentar o Cadastro Técnico (IPTU), também serviria como base real para as Secretarias que necessitariam trabalhar com mapeamento ou, espacializar seus dados.

O levantamento contratado foi imagem aérea e perfilamento à laser aero-transportado em estaca 1:2.000.

Após o levantamento, tratamento dos dados, reambulação em campo e atualização massiva dos dados, concluímos uma etapa fundamental para a atualização cadastral, estudo da expansão urbana, entre outras.

Nosso SIG (Sistema de Informações Geográficas) foi desenvolvido na plataforma ArcMap da Esri e usávamos o AutoCAD Map 3D para desenho e confecção das tabelas, essas conectadas com um banco de dados que alimentava sistemas como o de lançamento de Guias de IPTU e Controle de Zoonozes, além do AutoCAD Raster Design para tratamento e vetorização das cartas e croquis antigos, para tratarmos como dados históricos do desenvolvimento de Ibirité.

Hoje, depois de pouco mais de 10 anos, resolvi relembrar este projeto e fazer uma releitura de sua apresentação.

No post anterior (Infraworks 360 - Integrando com AutoCAD Map 3D e Banco de Dados PostgreSQL / PostGIS) eu apresentei como trabalhar com o Autodesk Infraworks 360 + AutoCAD Map 3D, juntamente com um Banco de Dados Espaciais, pois então...

Este tipo de trabalho era realizado entre plataformas de diferentes fabricantes como ArcMap (Esri), AutoCAD Map 3D (Autodesk) e MapInfo Professional (Pitney) e hoje, Autodesk Infraworks 360.

Existem outras plataformas para se trabalhar com este tipo de projeto e mai pra frente, apresentarei outras alternativas.

Então, para melhor ilustrar o post anterior, seguem abaixo além de uma imagem de Ibirité modelado em 3D, o mesmo foi gerado através da conexão entre Autodesk Infraworks 360 e o Banco de Dados PostgreSQL com sua extensão espacial, PostGIS.

Espero essa postagem tenha sido útil de alguma forma. Acredito que ela irá auxiliar a "abrir a visão" quando se trata de projetos de modelagem de cidades virtuais com dados reais e que podem ser compartilhados entre outros softwares de engenharia e sistemas desenvolvidos para diversas finalidades.
Lembrando que, para que seja realmente útil e inteligente, suas tabelas devem conter todas as informações das áreas interessadas.

Abaixo vocês poderão ver o modelo publicado e poderá navegar nas cenas e panoramas 3D desenvolvidos.



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Infraworks 360 - Integrando com AutoCAD Map 3D e Banco de Dados PostgreSQL / PostGIS


Neste quinto post da série Infraworks eu começo com uma pergunta:

Já trabalhou com Bancos de Dados Espaciais + Produtos Autodesk?

Isso mesmo!

Muita gente já ouviu falar e já até viu em seu Civil 3D, AutoCAD Map 3D, Infraworks 360 e outros, ferramentas para conectar um Banco de Dados externo.

– Tá, e aí?

– Aí que, trabalhar com esta tecnologia não é um bicho de 7 cabeças e poderá ajudá-lo em alguma fase da sua vida profissional.

– Como?

– Em vários posts e vídeos, vemos o uso do Autodesk Infraworks 360 conectando feições, o que são feições? Edificações, áreas molhadas, ruas, quadras, etc. que podem vir via ShapeFile ou SHP, ou dados CAD, dados do Civil 3D e como se trata de uma ferramenta para concepção de projetos, corremos o risco de nos deparar com um cliente que não tem nenhum destes arquivos, e em vez disto ele tem, um Banco de Dados Espaciais onde todas as suas feições estão representadas em tabelas.

– Em que situações ou tipos de projetos isso poderia acontecer?

– Vamos à alguns exemplos básicos:

Você trabalha com mapeamento e em algum projeto, como regularização fundiária, mapeamento de processos minerários, mapeamentos geológicos ou até mesmo o cadastramento de unidades imobiliárias para atualização do IPTU.

Você, cheio de energia e amor para dar com seu .DWG e seus inúmeros arquivos .SHP (Shapefile e  precisa trabalhar juntamente com outros departamentos ou até mesmo, outras empresas prestadoras de serviços que trabalham com o ArcGis ou com o AutoCAD Map 3D, ou outro software Gis.

Como você acha que o gestor dos dados, responsável por compatibilizar todas as disciplinas faria para facilitar a vida dele, mantendo seus dados seguros, constantemente atualizados e backupeados?

Ele disponibilizaria tudo em um Banco de Dados, até mesmo para sua aplicação específica como um Sistema de Guias de IPTU. Todos os seus prestadores de serviços deverão estar conectados à apenas um Banco de Dados e sua vida estaria resolvida.

E você, já está preparado para trabalhar desta forma?

Existem outras alternativas dos softwares Autodesk trabalharem com o conceito multiusuários, vejamos à algumas delas:

AutoCAD Civil 3D

Já fazem muitos anos que o AutoCAD Civil 3D tem a opção de trabalhar com DataShortcut, que é uma forma de vários usuários trabalharem com dados compartilhados, além de transformar o projeto mais leve e mais inteligente. Isso, para arquivos Civil 3D, fora trabalhar como o AutoCAD Map 3D trabalha que veremos abaixo:

AutoCAD Map 3D

Se você estiver trabalhando com vários desenhos em DWG de várias disciplinas e todas elas estiverem trabalhando nestes desenhos e usando o seu como base e vice e versa, você pode optar por conectar estes desenhos para visualização e fazer seu projeto, com base nos demais desenhos.

Se você estiver trabalhando com arquivos SHP (Shapefile) de diversos temas como Geologia, Geotecnia, Processos Minerários, Estrutural, MUB (Mapa Urbano Básico) e outros e precisar trabalhar em regime multiusuário, você poderia apenas conectar estes arquivos SHP e o departamento que fizer alguma modificação, essa se refletiria no seu desenho.

Autodesk Infraworks 360

Através dele você pode compartilhar seu modelo para que outros possam editá-lo ou apenas visualizá-lo. Simples.

– Então, qual a vantagem do Banco de Dados?

– Com base nesta pergunta que já cansei de ouvir, relacionei algumas abaixo:

Organização.
As tabelas criadas no Banco para receber os dados tabulares e feições, só aceitarão o que estiver no seu padrão. Assim, evitaria a confusão de cada um fazer o que quer ou que acha que está certo como tipo de campo, dígito separador e outros.

Segurança e confidencialidade.
Apenas o departamento, empresa ou usuário X, terá acesso à determinada informação.

Tive esta experiência quando trabalhei como Coordenador de Geoprocessamento em uma Prefeitura. A Secretaria de Saúde tinha em seu Banco de Dados, pessoas com doenças graves e estas informações só poderiam ser acessadas por um profissional X, enquanto outro, teria acesso apenas às informações sobre vacinação, outros apenas sobre doenças crônicas, outros apenas epidemias.

Desta forma você consegue gerenciar as informações, usuários e tudo isso, através de um Banco de Dados bem estruturado, bem organizado e em alguns casos, teria que fazer uso também de recursos de programação para modelar uma interface gráfica voltada para cada necessidade.

Segurança e estabilidade
Com um Banco de Dados bem modelado e bem gerenciado, os backups são constantes, as manutenções poderão ser programadas e outras tarefas necessárias para o bom funcionamento, poderão ser executadas de forma segura, programada e sem falhas ou pelo menos, com o mínimo de falhas possíveis.

Rapidez na manipulação e no acesso à informação;
Redução do esforço humano (desenvolvimento e utilização);
Disponibilização da informação no tempo necessário;
Controle integrado de informações distribuídas fisicamente;
Redução de redundância e de inconsistência de informações;
Compartilhamento de dados
Até mesmo com outros departamentos ou órgãos reguladores.

– E não existem desvantagens?

– Claro que sim! Vejamos algumas:

Segurança

Por mais que o usuário seja restrito á alguma tabela, ele pode acabar conseguindo acessá-la.

Existem diversas formas de evitar ou pelo menos, dificultar esta manobra mas não é o intuito deste post, chegar à este nível de detalhes.

Custo

Mesmo se trabalhando com um Banco de Dados OpenSource, terá despesas com programação, com manipulação e outras tarefas.

Um exemplo que abordei no vídeo abaixo de aplicação do uso do Trabalhando com Banco de Dados Espaciais, foi a montagem de uma cidade virtual no Autodesk Infrawork360.

Durante minha modelagem da cidade, a equipe de cadastro imobiliário precisou fazer uma alteração, uma edição em alguma edificação e aí, como estamos compartilhando a mesma feição do banco, no momento que ele faz o check-in e eu clico no botão atualizar, meu modelo altera conforme a edição efetuada por ele.

Tá, isso é simples. Poderia ser feito compartilhando o mesmo arquivo do Civil 3D ou o mesmo arquivo Shapefile, por exemplo.

Mas e se cada um de nós estivéssemos trabalhando em um escritório diferente, até mesmo em países diferentes?

A solução seria o Banco de Dados configurado corretamente para podermos realizar essas tarefas.

Para ilustrar de forma mais clara este post, seguem dois vídeos abaixo:

No primeiro eu ensino como instalar e configurar um Banco de Dados OpenSource (PostgreSQL) com sua extensão Espacial (PostGIS) e no segundo vídeo, ensino como carregar as tabelas e geometrias dos arquivos Shapefile neste banco, montar uma cidade virtual no Infraworks 360 através de uma conexão e no AutoCAD Map 3D também conectado, como fazer a edição de uma feição, atualizá-la e fazê-la refletir no modelo da nossa cidade virtual modelada em 3D.

Clique na imagem abaixo para assistir o primeiro vídeo, ensinando a instalar e configurar o Banco de Dados PostgreSQL e sua extensão espacial PostGIS

 Instalando e Configurando o PostgreSQL e PostGIS


Para aprender como publicar suas tabelas no Banco de Dados e acessá-la com o AutoCAD Map 3D e o Autodesk Infraworks 360, fazendo com que as informações sejam interativas, clique na imagem abaixo para ver o vídeo desta integração.



Para baixar o PostgreSQL, clique aqui.

Para baixar alguns dados Shapefile para a realização dos passos apresentados no segundo vídeo, clique aqui.


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domingo, 6 de novembro de 2016

Instalando e Configurando o PostgreSQL e PostGIS

Boa noite a todos!!

Tem interesse em trabalhar com Banco de Dados Espaciais mas não sabe como instalar e configurar um?

Muito simples!

Veja o vídeo abaixo, faça a sua instalação e configuração e aguarde os próximos vídeos pois neles, abordarei como popular seu banco com tabelas e gerar mapas e cidades virtuais utilizando softwares como o Autodesk InfraWorks 360, AutoCAD Map 3D, ArcGis e outros.

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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Infraworks 360 - Projeto de Saneamento para Captação de Água - Autodesk University Brasil 2016

Trata-se de um projeto de Saneamento para Captação de Água para abastecer um município no Estado do Espírito Santo.

Bom dia a todos!!

Ôpaaaa.... não posso esquecer de agradecer todas as visitas no meu blog e dizer que estou imensamente feliz por isso e pelos contatos profissionais que estou recebendo por meio deste... muito obrigado!

Mais uma vez... como disse nos posts anteriores...

Resolvi postar aqui alguns modelos trabalhados no Autodesk Infraworks 360 porém, alguns não estão completos, não estão estarão georreferenciados corretamente, outros não estarão com a qualidade máxima e até mesmo, não tratados...

Para este quarto post da série, Infraworks 360, apresento à vocês com muita alegria, uma modelagem de um Projeto Executivo que até a data desta postagem se apresenta em obras.


Enquanto trabalhava como gerente na Allen Informática, tive o imenso prazer em ser chamado para atuar na consultoria e acompanhamento do projeto que estava sendo desenvolvido pela empresa Engesolo Engenharia, em Belo Horizonte.

Este projeto foi desenvolvido em tempo mais do que recorde pois como a região passava por um período de indisponibilidade hídrica (seca), as obras teriam que ter emergenciais.

Isso foi notícia em todos os jornais do Estado e com isso, a Engesolo ganhou para realizar tal projeto e está sendo um sucesso de planejamento, gerenciamento, execução, acompanhamento e afins.

Para não esticarmos muito o assunto, seguem alguns links de reportagens realizadas:

- Governo do ES vai construir sistema de captação de água na Serra, clique AQUI
- Obra para captar água do Reis Magos já começou, clique AQUI
- Sistema de Água Reis Magos tem 64% das obras concluídas, clique AQUI

O projeto foi desenvolvido utilizando a Suíte de Infraestrutura da Autodesk, mais precisamente:
Autodesk Infraworks 360
AutoCAD Civil 3D
Autodesk Revit

Para o acompanhamento do cronograma da obra, está sendo utilizado os softwares
Microsoft Project
Autodesk Navisworks Manage

Outros softwares utilizados:
Google Earth Pro
TechSmith Camtasia Studio

Algumas bibliotecas para compor o projeto (3D), adquiridas do site 3D Warehouse.

Edificações em Revit desenvolvidas pela Engesolo e pela Allen Rio, através de seu Arquiteto Roosevelt Resque.

Com base nisso, resolvemos apresentar este projeto no Autodesk University Brasil 2016 e para a nossa surpresa... SALA LOTADA, perguntas interessantes, contatos importantes...

Abaixo, seguem algumas imagens geradas através do software Infraworks 360 e logo abaixo, não deixem de ver o vídeo da evolução do projeto, contendo algumas fotos tiradas na obra.

Espero que gostem desta postagem tanto quanto eu gostei de escrever.

Grande abraço à todos e espero vocês no próximo post e também, no meu Canal Youtube.

Figura 1 - Canteiro de Obras (Vista aérea)
Figura 2 - Canteiro de Obras (Vista do solo)
Figura 3 - Acompanhamento da topografia na Terraplenagem
Figura 4 - Platôs
Figura 5 - Estação de Tratamento de Água (ETA)
Figura 6 - Vista a partir da varanda da Casa de Química
Figura 7 - Vista da Estação de Bombeamento e do Tanque (Reservatório)
Figura 8 - Vista parcial da Adutora "enterrada"
Figura 9 - Estação Elevatória de Água Bruta(EEAB) e Unidade de Tratamento de Resíduo (UTR)
Figura 10 - Vista aérea


Aqui está o vídeo que apresentamos no AU:



Abaixo vocês poderão ver o modelo publicado e poderão navegar nas cenas e panoramas 3D desenvolvidas.


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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Infraworks 360 - GPA&A - CONDOMÍNIO - MG

Bom dia a todos!!

Mais uma vez, muito obrigado pela sua visita!!

Como disse em um post anterior...

Resolvi postar aqui alguns modelos trabalhados no Autodesk Infraworks 360 porém, alguns não estão completos, não estão estarão georreferenciados corretamente, outros não estarão com a qualidade máxima e até mesmo, não tratados.

Mas porque postar modelos não finalizados, corretos, posicionados e corrigidos??

Simples:

Por serem projetos conceituais para apresentação do software para clientes e com seus dados, não acho correto postar informações estratégicas, já que o intuito destes posts referentes aos modelos, são apenas para exemplificar alguns trabalhos.

Muitos modelos eu não poderei postar por sigilo em contrato.

Para este terceiro post da série, Infraworks 360, segue um modelo conceitual e sem muitas informações detalhadas de um condomínio fechado que chamaremos de GPA&A - CONDOMÍNIO - MG da Região Metropolitana de Belo Horizonte - MG.

Como o próprio nome já indica, este condomínio foi concebido por um renomado escritório de Arquitetura  e foi passado em AutoCAD 2D, curvas de nível e poucas informações extras, por se tratar apenas de um estudo de viabilidade do software.





Para ver mais imagens da galeria, clique aqui.

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