quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Drone, Vant e Autodesk Recap 360


Boa tarde a todos!

Vocês conhecem os termos DRONE, VANT, VARP e UAV?

VANT significa Veículo Aéreo Não Tripulado ou  VARP - Veículo Aéreo Remotamente que também pode ser chamado de UAV - Unmanned Aerial Vehicle e mais conhecido como DRONE (zangão em inglês).

Estes termos se referem à todo e qualquer tipo de aeronave que não necessitam de pilotos embarcados.
São controlados à distância sob supervisão humana através de meios eletrônicos e computacionais.

Muita gente usa a classificação VANT para as aeronaves não tripuladas dotadas de asas (semelhantes aos aviões) na verdade são Drones de Asa Fixa e o tal DRONE, para os dotados de hélices (semelhantes aos helicópteros e afins) na verdade são os de Asa Rotativa ou Hélice.

O que difere entre os dois na verdade é a autonomia e o tipo de aplicação.

Os Drones de Asa Fixa são utilizados em missões de média e longa distância por possuírem uma maior autonomia de voo.

Os Drones de Asa Rotativa ou Hélice são utilizados em missões de curta distância por possuírem menor autonomia de voo.

Muitas empresas estão adotando seu uso por se tratar de um equipamento de melhor custo/benefício para levantamentos aéreos e a cada versão, uma melhoria ou novidade tecnológica.

São inúmeras as aplicações e vamos destacar algumas:
  • Controle de Áreas de Preservação Permanente;
  • Controle de pragas em lavouras;
  • Apoio para equipe policial em operações em favelas e áreas de risco;
  • Localização de foco do mosquito da dengue;
  • Vistoria de obras;
  • Medições em campo;
  • Monitoramento de barragens e outras estruturas;
Recentemente o uso desde equipamento ficou em evidência na tragédia do rompimento da Barragem de Fundão, da Samarco em Mariana-MG.

E o Autodesk Recap 360, já ouviu falar?


O Autodesk Recap 360 é uma nova ferramenta que permite limpar, organizar e visualizar seus dados de nuvem de pontos. Em resumo, ele é um poderoso software para a captura da realidade através de fotografias ou escaneamentos. Não apenas dados obtidos por Drones, mas também levantamentos realizados por perfilamento a laser, laser scanner 3D.

Se tratando dos Drones, muitos profissionais e empresas não dispõe de recursos financeiros para adquirir um sensor laser de precisão e perguntam:

- O que fazer apenas com as imagens capturadas sendo elas, geralmente "abauladas" por causa do formato da lente da câmera.

Bom, este tipo de tratamento que chamamos de ortorretificação é realizado no software Autodesk Recap 360 que também inclui um poderoso recurso de modelar em 3D, as imagens mosaicadas e ortorretificadas.

Outra questão levantada por grande parte dos usuários ou "curiosos" é qual a configuração do computador para que possa realizar estes procedimentos sem travar.

Uma das vantagens das soluções 360 da Autodesk é o processamento na nuvem ou seja, o usuário não precisará ter um equipamento robusto e nem parar o que está fazendo para evitar a famosa... travada.

O Autodesk Recap 360 possui duas versões:

Autodesk 360 Free
Importa, visualiza e converte nuvem de ponto na versão Free.

Autodesk 360 Pro
Além das funcionalidades acima, com 360 Pro você registra múltiplos arquivos, adiciona pontos de controle para garantir a qualidade do registro, processa as imagens e gera o modelo 3D além de extrair delas, a nuvem de pontos.

Depois de pronto, esses dados de nuvem de pontos podem ser salvos e compartilhados com InfraWorks, Civil 3D, Navisworks, bem como outras ferramentas que usam o novo formato de nuvem de pontos ReCap.

Abaixo, um exemplo de aplicação que realizamos para apresentar ao cliente o que foi possível fazer com suas imagens capturadas por um Drone, através do Autodesk Recap Pro.

  1. Imagens enviadas pelo cliente:

  2.  Mosaico gerado sem tratamento:

  3. Mosaico ortorretificado:

  4. Modelo 3D:

  5. Pontos gerados através da modelagem das imagens:

  6. Mapa hipsométrico:

Para solicitar um orçamento para modelagem de suas imagens ou levantamento laser, entre em contato através do e-mail: contato@digitalcursos.net. Teremos o maior prazer em atendê-los.


Para mais informações detalhadas e acesso ao download de uma versão Free ou Trial, clique aqui.


terça-feira, 2 de agosto de 2016

Faça o seu CAR - (Cadastro Ambiental Rural) com a gente


CAR - Cadastro Ambiental Rural

O que é o CAR:

O Cadastro Ambiental Rural – CAR é um registro eletrônico, obrigatório para todos os imóveis rurais, que tem por finalidade integrar as informações ambientais referentes à situação das Áreas de Preservação Permanente - APP, das áreas de Reserva Legal, das florestas e dos remanescentes de vegetação nativa, das Áreas de Uso Restrito e das áreas consolidadas das propriedades e posses rurais do país. Criado pela Lei 12.651/2012 no âmbito do Sistema Nacional de Informação sobre Meio Ambiente - SINIMA, o CAR se constitui em base de dados estratégica para o controle, monitoramento e combate ao desmatamento das florestas e demais formas de vegetação nativa do Brasil, bem como para planejamento ambiental e econômico dos imóveis rurais.


Onde faço a inscrição:

A inscrição deve ser feita junto ao órgão ambiental estadual ou municipal competente, que disponibilizará na internet programa destinado à inscrição no CAR, bem como à consulta e acompanhamento da situação de regularização ambiental dos imóveis rurais. Estados que não possuem sistemas eletrônicos poderão utilizar o Módulo de Cadastro para fins de atendimento ao que dispõe a Lei 12.651/12 e acesso a seus benefícios. Desta forma, antes de acessar o Módulo CAR para realizar inscrição, verifique se o imóvel rural que pretende cadastrar se localiza em unidade da federação no qual o órgão ambiental responsável por recepcionar as inscrições no CAR possui sistema eletrônico próprio e página específica para tal finalidade. Nesses casos, não será possível inscrever seu imóvel rural no CAR por meio do Módulo de Cadastro disponibilizado nesta página. Para realizar a inscrição, acesse o sítio eletrônico e/ou entre em contato com o órgão ambiental competente do Estado da federação em que se localiza o imóvel rural para obter informações acerca dos procedimentos a serem adotados.


Benefícios:

Além de possibilitar o planejamento ambiental e econômico do uso e ocupação do imóvel rural, a inscrição no CAR, acompanhada de compromisso de regularização ambiental quando for o caso, é pré-requisito para acesso à emissão das Cotas de Reserva Ambiental e aos benefícios previstos nos Programas de Regularização Ambiental – PRA e de Apoio e Incentivo à Preservação e Recuperação do Meio Ambiente, ambos definidos pela Lei 12.651/12. Dentre os benefícios desses programas pode-se citar>:

  • Possibilidade de regularização das APP e/ou Reserva Legal vegetação natural suprimida ou alterada até 22/07/2008 no imóvel rural, sem autuação por infração administrativa ou crime ambiental;
  • Suspensão de sanções em função de infrações administrativas por supressão irregular de vegetação em áreas de APP, Reserva Legal e de uso restrito, cometidas até 22/07/2008.
  • Obtenção de crédito agrícola, em todas as suas modalidades, com taxas de juros menores, bem como limites e prazos maiores que o praticado no mercado;
  • Contratação do seguro agrícola em condições melhores que as praticadas no mercado;
  • Dedução das Áreas de Preservação Permanente, de Reserva Legal e de uso restrito base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural-ITR, gerando créditos tributários;
  • Linhas de financiamento atender iniciativas de preservação voluntária de vegetação nativa, proteção de espécies da flora nativa ameaçadas de extinção, manejo florestal e agroflorestal sustentável realizados na propriedade ou posse rural, ou recuperação de áreas degradadas; e
  • Isenção de impostos para os principais insumos e equipamentos, tais como: fio de arame, postes de madeira tratada, bombas d’água, trado de perfuração do solo, dentre outros utilizados para os processos de recuperação e manutenção das Áreas de Preservação Permanente, de Reserva Legal e de uso restrito.

Solicite um orçamento pelo email: contato@digitalcursos.net
 

terça-feira, 26 de julho de 2016

IBGE relança hoje a Revista Brasileira de Geografia

Dentro das comemorações de seus 80 anos, o IBGE está relançando hoje, 26 de julho de 2016, a Revista Brasileira de Geografia (RBG), importante publicação científica editada entre 1939 e 2006. Agora em meio eletrônico, a RBG retoma suas atividades em seu 61º volume, com um número que traz textos de diversos pesquisadores renomados. Além disso, um índice cumulativo do acervo histórico da RBG (60 volumes e 238 números, entre 1939 e 2006) está disponível, como número especial. A solenidade de lançamento será no Rio de Janeiro, no auditório do IBGE da av. Chile, 500, terceiro andar, a partir das 10h.

Após um hiato de dez anos, a Revista Brasileira de Geografia publica um novo número. A solenidade de lançamento que acontece hoje contará com a presença dos professores Jurandyr Ross (USP), Roberto Lobato Correa (UFRJ e UERJ), Cláudio Egler (UFGD) Jan Bitoun (UFPE) e Luiz Felipe Castiglione (UERJ), além da editora-chefe da revista, Adma Hamam de Figueiredo (IBGE).

O número lançado hoje tem duas seções - Artigos de Pesquisa (cinco artigos) e Ensaios, Comentários e Resenhas (dois ensaios) - e traz a colaboração de pesquisadores especialmente convidados, que atuam no IBGE e em outras instituições.

O primeiro artigo é Limites no espaço-tempo: a retomada de um debate, no qual Rogerio Haesbaert (UFF) problematiza fenômenos socioespaciais como a militarização das favelas cariocas, suas fronteiras e suas relações de poder.

No segundo artigo, O relevo brasileiro no contexto da América do Sul, Jurandyr Ross (USP) faz um inédito esforço de síntese para explicar o relevo de nosso território à luz dos processos geomorfológicos, na escala do continente sul-americano.

Um tema relativamente marginal na história da ciência geográfica, mas fundamental na sociedade capitalista, é abordado por Fabio Contel (USP) no terceiro artigo, As finanças e o espaço geográfico: contribuições centrais da geografia francesa e da geografia brasileira.

Já Roberto Luz (IBGE) nos apresenta os principais conceitos dos sistemas geodésicos de referência vertical, em seu artigo Cálculo de altitudes científicas e sua aplicação no reajustamento da Rede Altimétrica de Alta Precisão do Sistema Geodésico Brasileiro.

Fechando esta seção, o trabalho de Rafael Ferreira (IBGE) e colaboradores, intitulado Avaliação da qualidade posicional de ortoimagens RapidEye, procura determinar a confiabilidade dos dados obtidos pelo sistema RapidEye, composto por cinco satélites multiespectrais, capazes de captar imagens ópticas com 77 km de largura.

No primeiro ensaio da seção seguinte, A Ferro e Fogo, história ambiental e a geografia brasileira: um diálogo por inventar, Christian Brannstrom (Texas A&M University) aproveita o aniversário de 20 anos da publicação do livro de Warren Dean (A Ferro e Fogo: a História e a Devastação da Mata Atlântica Brasileira) para refletir sobre os debates dos geógrafos brasileiros em torno desse clássico.

Finalmente, há o ensaio de Roberto Lobato Corrêa (UFRJ e UERJ), intitulado Processos, formas e interações espaciais, no qual são destacados os principais temas da organização e dinâmica social, econômica e cultural do espaço, objeto principal da geografia humana.

A chamada de artigos para o segundo número deste volume, a ser publicado em 2017, já está aberta e vai até 31/10/2016. Para acessar o conteúdo da RBG, bem como submeter trabalhos, visite o portal da revista.

Comunicação Social
26 de julho de 2016

Fonte: IBGE

IBGE disponibiliza Base de Faces de Logradouros do Censo 2010

Boa tarde a todos!

Para os interessados em possuir uma Base de Dados de Logradouros confiável, o IBGE disponibilizou a partir do dia 14/07/16, sua base referente ao Censo Demográfico 2010.

Segue abaixo a postagem original na íntegra que também poderá ser lida diretamente no site do IBGE, bastando clicar aqui.

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O IBGE disponibiliza hoje (14/07/2016), em seu portal na internet, a Base de Faces de Logradouros do Censo Demográfico 2010, que contempla todos os 5.570 municípios brasileiros. São arquivos vetoriais digitais que mostram as extensões compreendidas entre, por exemplo, quarteirões de uma rua, praça etc. Para trabalhar com a base, é necessário utilizar softwares de geoprocessamento, como as plataformas livres TerraView, Quantum Gis, dentre outras. Clique aqui para acessar todas as informações disponíveis e fazer o download dos arquivos da Base de Faces de Logradouros.

A Base de Faces de Logradouros do Censo Demográfico 2010 fornece à sociedade uma base de logradouros (ruas, avenidas, praças, jardins etc.), segmentados em quarteirões, compatível com os setores censitários definidos para a coleta do Censo Demográfico 2010. Os setores são as menores unidades territoriais estabelecidas pelo IBGE para fins de coleta do Censo. Esta base pode ser utilizada em Sistemas de Informação Geográfica, permitindo a realização de análises geográficas e espaciais.

Este produto tem origem na base territorial digital, que integra as bases cartográficas urbanas e rurais e o Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos (CNEFE), todos atualizados durante o último recenseamento de população, realizado em 2010. A base territorial é um conjunto de mapas e cadastros que representam o território nacional em seus diversos recortes. Isso inclui os municípios, com suas áreas urbanas e rurais, os distritos, povoados, as áreas especiais (unidades de conservação, terras indígenas, etc.) e os logradouros públicos.

As bases vetoriais de logradouros têm origem em produtos existentes para todos os setores censitários urbanos dos municípios brasileiros, alguns processados pelas equipes do IBGE, outros contratados de empresas privadas, além daqueles obtidos por acordos com prefeituras, sem restrição de uso e divulgação de produtos derivados. Todas essas bases passaram por processos técnicos para integração e verificação, gerando um produto único para o país. Ainda assim, restam limitações técnicas importantes no que se refere ao posicionamento e nome dos logradouros, descritas na nota metodológica que acompanha o produto1.

Mesmo com estas limitações, esta Base pode se se constituir numa ferramenta para descrição do espaço urbano de uma grande quantidade de municípios que ainda não dispõem de bases cartográficas digitais. Pode ser também um ponto de partida para futuras atualizações a serem efetuadas pelos interessados, suprindo uma carência da disponibilização de uma camada vetorial de logradouros que abrange todo o território nacional.

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Todas as observações relacionadas com a qualidade dos dados citadas neste documento são de conhecimento do IBGE, sendo que o mesmo não se responsabiliza pela correção destas imperfeições e nem de outras porventura existentes. O usuário ao utilizar esta base de dados deve estar ciente dessas observações, cabendo a ele a decisão de utilizar os dados da maneira que se encontram disponibilizados.


Comunicação Social
14 de julho de 2016


Fonte: IBGE

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Raster Design - Aula 03 - Convertendo uma imagem Raster para Bitonal

Nesta aula do AutoCAD Raster Design, veremosm como converter uma imagem para Bitonal.

Para que serve esta conversão? Para que converter em uma imagem Bitonal?

O Raster Design trabalha com escala de 1 Bit para reconhecimento e vetorização.

Após este procedimento, tanto a vetorização quanto a "atualização da imagem" poderão ser realizadas.

Para adquirir as vídeo aulas de AutoCAD Raster Design, entre em contato através do email:
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