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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Infraworks 360 - Cadastro Técnico Municipal (IPTU)

Este projeto foi desenvolvido com a finalidade de fornecer dados para a atualização do Cadastro Técnico Municipal do município de Ibirité - MG.

Bom tarde a todos!!

Mais uma vez, muito obrigado pelas visitas!

Para "não quebrar a corrente"... como disse nos posts anteriores...

Resolvi postar aqui alguns modelos trabalhados no Autodesk Infraworks 360 porém, alguns não estão completos, não estão estarão georreferenciados corretamente, outros não estarão com a qualidade máxima e até mesmo, não tratados...

Neste sexto post da série, Infraworks 360, resolvi rever um projeto antigo e atualizá-lo para essa nova tecnologia.
Fui Chefe do Setor de Geoprocessamento da Prefeitura de Ibirité entre 02/2003 à 08/2006 e neste período, estivemos envolvidos em vários projetos voltados à mapeamentos envolvendo todas as Secretarias.
O nosso trabalho mais completo e por isso o mais desafiador, foi atualizar a base cartográfica do município, criando um novo MUB (Mapa Urbano Básico), onde além de alimentar o Cadastro Técnico (IPTU), também serviria como base real para as Secretarias que necessitariam trabalhar com mapeamento ou, espacializar seus dados.

O levantamento contratado foi imagem aérea e perfilamento à laser aero-transportado em estaca 1:2.000.

Após o levantamento, tratamento dos dados, reambulação em campo e atualização massiva dos dados, concluímos uma etapa fundamental para a atualização cadastral, estudo da expansão urbana, entre outras.

Nosso SIG (Sistema de Informações Geográficas) foi desenvolvido na plataforma ArcMap da Esri e usávamos o AutoCAD Map 3D para desenho e confecção das tabelas, essas conectadas com um banco de dados que alimentava sistemas como o de lançamento de Guias de IPTU e Controle de Zoonozes, além do AutoCAD Raster Design para tratamento e vetorização das cartas e croquis antigos, para tratarmos como dados históricos do desenvolvimento de Ibirité.

Hoje, depois de pouco mais de 10 anos, resolvi relembrar este projeto e fazer uma releitura de sua apresentação.

No post anterior (Infraworks 360 - Integrando com AutoCAD Map 3D e Banco de Dados PostgreSQL / PostGIS) eu apresentei como trabalhar com o Autodesk Infraworks 360 + AutoCAD Map 3D, juntamente com um Banco de Dados Espaciais, pois então...

Este tipo de trabalho era realizado entre plataformas de diferentes fabricantes como ArcMap (Esri), AutoCAD Map 3D (Autodesk) e MapInfo Professional (Pitney) e hoje, Autodesk Infraworks 360.

Existem outras plataformas para se trabalhar com este tipo de projeto e mai pra frente, apresentarei outras alternativas.

Então, para melhor ilustrar o post anterior, seguem abaixo além de uma imagem de Ibirité modelado em 3D, o mesmo foi gerado através da conexão entre Autodesk Infraworks 360 e o Banco de Dados PostgreSQL com sua extensão espacial, PostGIS.

Espero essa postagem tenha sido útil de alguma forma. Acredito que ela irá auxiliar a "abrir a visão" quando se trata de projetos de modelagem de cidades virtuais com dados reais e que podem ser compartilhados entre outros softwares de engenharia e sistemas desenvolvidos para diversas finalidades.
Lembrando que, para que seja realmente útil e inteligente, suas tabelas devem conter todas as informações das áreas interessadas.

Abaixo vocês poderão ver o modelo publicado e poderá navegar nas cenas e panoramas 3D desenvolvidos.



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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Infraworks 360 - Projeto de Saneamento para Captação de Água - Autodesk University Brasil 2016

Trata-se de um projeto de Saneamento para Captação de Água para abastecer um município no Estado do Espírito Santo.

Bom dia a todos!!

Ôpaaaa.... não posso esquecer de agradecer todas as visitas no meu blog e dizer que estou imensamente feliz por isso e pelos contatos profissionais que estou recebendo por meio deste... muito obrigado!

Mais uma vez... como disse nos posts anteriores...

Resolvi postar aqui alguns modelos trabalhados no Autodesk Infraworks 360 porém, alguns não estão completos, não estão estarão georreferenciados corretamente, outros não estarão com a qualidade máxima e até mesmo, não tratados...

Para este quarto post da série, Infraworks 360, apresento à vocês com muita alegria, uma modelagem de um Projeto Executivo que até a data desta postagem se apresenta em obras.


Enquanto trabalhava como gerente na Allen Informática, tive o imenso prazer em ser chamado para atuar na consultoria e acompanhamento do projeto que estava sendo desenvolvido pela empresa Engesolo Engenharia, em Belo Horizonte.

Este projeto foi desenvolvido em tempo mais do que recorde pois como a região passava por um período de indisponibilidade hídrica (seca), as obras teriam que ter emergenciais.

Isso foi notícia em todos os jornais do Estado e com isso, a Engesolo ganhou para realizar tal projeto e está sendo um sucesso de planejamento, gerenciamento, execução, acompanhamento e afins.

Para não esticarmos muito o assunto, seguem alguns links de reportagens realizadas:

- Governo do ES vai construir sistema de captação de água na Serra, clique AQUI
- Obra para captar água do Reis Magos já começou, clique AQUI
- Sistema de Água Reis Magos tem 64% das obras concluídas, clique AQUI

O projeto foi desenvolvido utilizando a Suíte de Infraestrutura da Autodesk, mais precisamente:
Autodesk Infraworks 360
AutoCAD Civil 3D
Autodesk Revit

Para o acompanhamento do cronograma da obra, está sendo utilizado os softwares
Microsoft Project
Autodesk Navisworks Manage

Outros softwares utilizados:
Google Earth Pro
TechSmith Camtasia Studio

Algumas bibliotecas para compor o projeto (3D), adquiridas do site 3D Warehouse.

Edificações em Revit desenvolvidas pela Engesolo e pela Allen Rio, através de seu Arquiteto Roosevelt Resque.

Com base nisso, resolvemos apresentar este projeto no Autodesk University Brasil 2016 e para a nossa surpresa... SALA LOTADA, perguntas interessantes, contatos importantes...

Abaixo, seguem algumas imagens geradas através do software Infraworks 360 e logo abaixo, não deixem de ver o vídeo da evolução do projeto, contendo algumas fotos tiradas na obra.

Espero que gostem desta postagem tanto quanto eu gostei de escrever.

Grande abraço à todos e espero vocês no próximo post e também, no meu Canal Youtube.

Figura 1 - Canteiro de Obras (Vista aérea)
Figura 2 - Canteiro de Obras (Vista do solo)
Figura 3 - Acompanhamento da topografia na Terraplenagem
Figura 4 - Platôs
Figura 5 - Estação de Tratamento de Água (ETA)
Figura 6 - Vista a partir da varanda da Casa de Química
Figura 7 - Vista da Estação de Bombeamento e do Tanque (Reservatório)
Figura 8 - Vista parcial da Adutora "enterrada"
Figura 9 - Estação Elevatória de Água Bruta(EEAB) e Unidade de Tratamento de Resíduo (UTR)
Figura 10 - Vista aérea


Aqui está o vídeo que apresentamos no AU:



Abaixo vocês poderão ver o modelo publicado e poderão navegar nas cenas e panoramas 3D desenvolvidas.


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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Infraworks 360 - GPA&A - CONDOMÍNIO - MG

Bom dia a todos!!

Mais uma vez, muito obrigado pela sua visita!!

Como disse em um post anterior...

Resolvi postar aqui alguns modelos trabalhados no Autodesk Infraworks 360 porém, alguns não estão completos, não estão estarão georreferenciados corretamente, outros não estarão com a qualidade máxima e até mesmo, não tratados.

Mas porque postar modelos não finalizados, corretos, posicionados e corrigidos??

Simples:

Por serem projetos conceituais para apresentação do software para clientes e com seus dados, não acho correto postar informações estratégicas, já que o intuito destes posts referentes aos modelos, são apenas para exemplificar alguns trabalhos.

Muitos modelos eu não poderei postar por sigilo em contrato.

Para este terceiro post da série, Infraworks 360, segue um modelo conceitual e sem muitas informações detalhadas de um condomínio fechado que chamaremos de GPA&A - CONDOMÍNIO - MG da Região Metropolitana de Belo Horizonte - MG.

Como o próprio nome já indica, este condomínio foi concebido por um renomado escritório de Arquitetura  e foi passado em AutoCAD 2D, curvas de nível e poucas informações extras, por se tratar apenas de um estudo de viabilidade do software.





Para ver mais imagens da galeria, clique aqui.

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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Infraworks 360 - Residencial Guanabara - Projeto para Regularização Fundiária

Bom dia a todos!!

Mais uma vez, muito obrigado pela sua visita!!

Como disse em um post anterior...

Resolvi postar aqui alguns modelos trabalhados no Autodesk Infraworks 360 porém, alguns não estão completos, não estão estarão georreferenciados corretamente, outros não estarão com a qualidade máxima e até mesmo, não tratados.

Mas porque postar modelos não finalizados, corretos, posicionados e corrigidos??

Simples:

Por serem projetos conceituais para apresentação do software para clientes e com seus dados, não acho correto postar informações estratégicas, já que o intuito destes posts referentes aos modelos, são apenas para exemplificar alguns trabalhos.

Muitos modelos eu não poderei postar por sigilo em contrato.

Para este segundo post da série, Infraworks 360, segue um modelo conceitual e sem muitas informações detalhadas de um loteamento que chamaremos de RESIDENCIAL GUANABARA - PROJETO PARA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA do município de Giânia - GO.

Como o próprio nome já indica, este loteamento se trata de uma área de regularização e foi passado em AutoCAD 2D, curvas de nível e poucas informações extras.

Foi solicitado a modelagem por um colega de grupo de discussões de Infraestrutura/Topografia.

Arquivo recebido:

Imagens geradas:


 



Abaixo vocês poderão ver o modelo publicado e poderá navegar nas cenas e panoramas 3D desenvolvidos.



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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Drone, Vant e Autodesk Recap 360


Boa tarde a todos!

Vocês conhecem os termos DRONE, VANT, VARP e UAV?

VANT significa Veículo Aéreo Não Tripulado ou  VARP - Veículo Aéreo Remotamente que também pode ser chamado de UAV - Unmanned Aerial Vehicle e mais conhecido como DRONE (zangão em inglês).

Estes termos se referem à todo e qualquer tipo de aeronave que não necessitam de pilotos embarcados.
São controlados à distância sob supervisão humana através de meios eletrônicos e computacionais.

Muita gente usa a classificação VANT para as aeronaves não tripuladas dotadas de asas (semelhantes aos aviões) na verdade são Drones de Asa Fixa e o tal DRONE, para os dotados de hélices (semelhantes aos helicópteros e afins) na verdade são os de Asa Rotativa ou Hélice.

O que difere entre os dois na verdade é a autonomia e o tipo de aplicação.

Os Drones de Asa Fixa são utilizados em missões de média e longa distância por possuírem uma maior autonomia de voo.

Os Drones de Asa Rotativa ou Hélice são utilizados em missões de curta distância por possuírem menor autonomia de voo.

Muitas empresas estão adotando seu uso por se tratar de um equipamento de melhor custo/benefício para levantamentos aéreos e a cada versão, uma melhoria ou novidade tecnológica.

São inúmeras as aplicações e vamos destacar algumas:
  • Controle de Áreas de Preservação Permanente;
  • Controle de pragas em lavouras;
  • Apoio para equipe policial em operações em favelas e áreas de risco;
  • Localização de foco do mosquito da dengue;
  • Vistoria de obras;
  • Medições em campo;
  • Monitoramento de barragens e outras estruturas;
Recentemente o uso desde equipamento ficou em evidência na tragédia do rompimento da Barragem de Fundão, da Samarco em Mariana-MG.

E o Autodesk Recap 360, já ouviu falar?


O Autodesk Recap 360 é uma nova ferramenta que permite limpar, organizar e visualizar seus dados de nuvem de pontos. Em resumo, ele é um poderoso software para a captura da realidade através de fotografias ou escaneamentos. Não apenas dados obtidos por Drones, mas também levantamentos realizados por perfilamento a laser, laser scanner 3D.

Se tratando dos Drones, muitos profissionais e empresas não dispõe de recursos financeiros para adquirir um sensor laser de precisão e perguntam:

- O que fazer apenas com as imagens capturadas sendo elas, geralmente "abauladas" por causa do formato da lente da câmera.

Bom, este tipo de tratamento que chamamos de ortorretificação é realizado no software Autodesk Recap 360 que também inclui um poderoso recurso de modelar em 3D, as imagens mosaicadas e ortorretificadas.

Outra questão levantada por grande parte dos usuários ou "curiosos" é qual a configuração do computador para que possa realizar estes procedimentos sem travar.

Uma das vantagens das soluções 360 da Autodesk é o processamento na nuvem ou seja, o usuário não precisará ter um equipamento robusto e nem parar o que está fazendo para evitar a famosa... travada.

O Autodesk Recap 360 possui duas versões:

Autodesk 360 Free
Importa, visualiza e converte nuvem de ponto na versão Free.

Autodesk 360 Pro
Além das funcionalidades acima, com 360 Pro você registra múltiplos arquivos, adiciona pontos de controle para garantir a qualidade do registro, processa as imagens e gera o modelo 3D além de extrair delas, a nuvem de pontos.

Depois de pronto, esses dados de nuvem de pontos podem ser salvos e compartilhados com InfraWorks, Civil 3D, Navisworks, bem como outras ferramentas que usam o novo formato de nuvem de pontos ReCap.

Abaixo, um exemplo de aplicação que realizamos para apresentar ao cliente o que foi possível fazer com suas imagens capturadas por um Drone, através do Autodesk Recap Pro.

  1. Imagens enviadas pelo cliente:

  2.  Mosaico gerado sem tratamento:

  3. Mosaico ortorretificado:

  4. Modelo 3D:

  5. Pontos gerados através da modelagem das imagens:

  6. Mapa hipsométrico:

Para solicitar um orçamento para modelagem de suas imagens ou levantamento laser, entre em contato através do e-mail: contato@digitalcursos.net. Teremos o maior prazer em atendê-los.


Para mais informações detalhadas e acesso ao download de uma versão Free ou Trial, clique aqui.


terça-feira, 26 de julho de 2016

IBGE disponibiliza Base de Faces de Logradouros do Censo 2010

Boa tarde a todos!

Para os interessados em possuir uma Base de Dados de Logradouros confiável, o IBGE disponibilizou a partir do dia 14/07/16, sua base referente ao Censo Demográfico 2010.

Segue abaixo a postagem original na íntegra que também poderá ser lida diretamente no site do IBGE, bastando clicar aqui.

______________________

O IBGE disponibiliza hoje (14/07/2016), em seu portal na internet, a Base de Faces de Logradouros do Censo Demográfico 2010, que contempla todos os 5.570 municípios brasileiros. São arquivos vetoriais digitais que mostram as extensões compreendidas entre, por exemplo, quarteirões de uma rua, praça etc. Para trabalhar com a base, é necessário utilizar softwares de geoprocessamento, como as plataformas livres TerraView, Quantum Gis, dentre outras. Clique aqui para acessar todas as informações disponíveis e fazer o download dos arquivos da Base de Faces de Logradouros.

A Base de Faces de Logradouros do Censo Demográfico 2010 fornece à sociedade uma base de logradouros (ruas, avenidas, praças, jardins etc.), segmentados em quarteirões, compatível com os setores censitários definidos para a coleta do Censo Demográfico 2010. Os setores são as menores unidades territoriais estabelecidas pelo IBGE para fins de coleta do Censo. Esta base pode ser utilizada em Sistemas de Informação Geográfica, permitindo a realização de análises geográficas e espaciais.

Este produto tem origem na base territorial digital, que integra as bases cartográficas urbanas e rurais e o Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos (CNEFE), todos atualizados durante o último recenseamento de população, realizado em 2010. A base territorial é um conjunto de mapas e cadastros que representam o território nacional em seus diversos recortes. Isso inclui os municípios, com suas áreas urbanas e rurais, os distritos, povoados, as áreas especiais (unidades de conservação, terras indígenas, etc.) e os logradouros públicos.

As bases vetoriais de logradouros têm origem em produtos existentes para todos os setores censitários urbanos dos municípios brasileiros, alguns processados pelas equipes do IBGE, outros contratados de empresas privadas, além daqueles obtidos por acordos com prefeituras, sem restrição de uso e divulgação de produtos derivados. Todas essas bases passaram por processos técnicos para integração e verificação, gerando um produto único para o país. Ainda assim, restam limitações técnicas importantes no que se refere ao posicionamento e nome dos logradouros, descritas na nota metodológica que acompanha o produto1.

Mesmo com estas limitações, esta Base pode se se constituir numa ferramenta para descrição do espaço urbano de uma grande quantidade de municípios que ainda não dispõem de bases cartográficas digitais. Pode ser também um ponto de partida para futuras atualizações a serem efetuadas pelos interessados, suprindo uma carência da disponibilização de uma camada vetorial de logradouros que abrange todo o território nacional.

______________________

Todas as observações relacionadas com a qualidade dos dados citadas neste documento são de conhecimento do IBGE, sendo que o mesmo não se responsabiliza pela correção destas imperfeições e nem de outras porventura existentes. O usuário ao utilizar esta base de dados deve estar ciente dessas observações, cabendo a ele a decisão de utilizar os dados da maneira que se encontram disponibilizados.


Comunicação Social
14 de julho de 2016


Fonte: IBGE

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Global Mapper 13 e Civil 3D- transformando Shape 2D em DXF 3D

Boa tarde a todos!

Neste post vou apresentar um vídeo que fiz sob encomenda para o colega David lá da Guiné Equatorial sobre como trabsformar um shapefile que é 2D para o formato DXF em 3D.

Este vídeo já está há um tempo no meu canal youtube e como alguns aqui não sabiam o endereço, vou apresentá-lo no blog em alguns posts.

Achei bacana a solicitação dele, visto que o Global Mapper é um dos softwares que tenho muito respeito e que já uso há algum tempo.

Então vamos lá...


Espero que tenham gostado e que seja útil.

Grande abraço e até o próximo post.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Civil 3D 2013 - Extraindo área 3D de uma Surface

Boa tarde a todos!

Este post é bem simples mas resolvi criá-lo para ilustrar uma dúvida de um colega sobre como extrair a área 3D de uma superfície e de uma área específica desta superfície.

Em breve, farei um outro post para ilustrar outra dúvida de como extrair a área 3D de um talude.

Este cálculo é simples mas  muito importante para quem precisa ter em mãos por exemplo, uma área a ser revegetada, uma área a ser jateada com concreto entre outras.

Neste segundo post sobre áreas 3D, apresentarei a forma de obter estas informações tanto no civil 3D quanto no AutoCAD, caso seja a única ferramenta disponível pelo usuário.

Bom, vamos ao que interessa neste post...

Para obter a área 3D de uma superfície, proceda conforme apresentado abaixo:

     1.  Após gerada a superfície, selecione a mesma e clique com o botão direito do mouse e escolha a opção Surface Properties;
  • Caso tenha apenas uma superfície no projeto, pode usar o comando: EditSurfaceProperties;
  • No menu Surfaces - Edit Surface - Edit Surface Properties...;
  • Ou simplesmente, clicar com o botão direito do mouse sobre o nome da superfície na Toolspace - Surfaces e selecionar a opção Surface Properties
 
     2.  Ao abrir a caixa Surface Properties, vá até a aba Statistics e clique no sinal mais (+) da opção Extended para ter acesso à informação desejada: 3D surface area.
  • Note que na imagem, a unidade de medida está setada como sq.m (square meters) ou... metros quadrados.


Caso a área 3D que tenham interesse em extrair não seja a de toda a superfície, mas sim de uma pequena área específica, proceda conforme apresentado abaixo:

     3.  Na superfície, tenha um polígono fechado definido ou desenhe um;

Polígono desenhado com o comando Rectangle

     4.  Após definido o polígono, expanda a sua superfície no Toolspace e também a opção Definition.
     5.  Clique com o botão direito sobre a mesma e escolha a opção Add...


Com esta opção, o Civil 3D abrirá a caixa Add Boundaries.

O que significa isso? Significa que você irá informar ao software qual o polígono desejado para que ele use como um "delimitador" na sua superfície, ocultando todo o restante da mesma, fora dos limites estabelecidos.

     6.  Clique em OK;


     7.  De volta à tela do projeto, clique no polígono desejado;

  • Observe que o Civil 3D delimitará sua superfície;
 
      8.  Realize os mesmos passos acima para ter acesso às informações da área 3D e veja o resultado: 

 
 
Bom, é isso!
 
Espero que seja útil.
 
Sei que é simples, poderia ter sido documentado de forma mais resumida mas, como o intuito é ensinar, muitos estão aprendendo literalmente do zero então, não gostaria que ficassem dúvidas mas caso ainda hajam algumas, entrem em contato.
 
Grande abraço e até o próximo post.
 

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Feliz Natal e um 2013 repleto de coisas boas!!!

Prezados frequentadores do meu "esquecido" blog, boa noite!

Desejo à vocês um Feliz Natal e que 2013 seja para todos nós, tão bom quanto foi 2012.

Agradeço à Deus, familiares, amigos, alunos, parceiros e visitantes, toda força que tem me dado e toda confiança no meu trabalho.

Este ano passei a integrar o quadro de colaboradores da VOGBR Recursos Hídricos e Geotecnia Ltda e juntamente com minha esposa, abrimos a Digital Cursos, empresa especializada em treinamentos em softwares de engenharia.

Um ano apertado de muito trabalho, pouco convívio social mas, de grandes realizações.

Fechamos parcerias importantes com a ASSEMG - Associação dos Engenheiros de Minas de Minas Gerais e outras.

Ministramos vários treinamentos na área de Mineração, Geoprocessamento e Arquitetura e firmamos nossa parceria com Thiago Miranda, um profissional de altíssima qualidade, nosso especialista na linha Revit, Civil e Geoespacial.

Para "fechar" 2012 com chave de ouro, estou na Serra Pelada-Curionópolis-PA para mais um treinamento que iniciará amanhã.

Que este seja um excelente treinamento e que os profissionais da Colossus Minerals, possam desfrutar deste momento de aprendizado tanto quanto estarei aproveitando.

Meus agradecimentos à Colossus e seus colaboradores que deixarão de passar este recesso de feriado com a família, para aprender e também ensinar, nestes 5 dias que se seguem.

Em 2013 voltarei a postar coisas boas.

Grande abraço à todos e precisando me mim... entrem em contato.

Alex Rodrigo librelon
www.digitalcursos.net
www.alexlibrelon.blogspot.com
www.digitalcursonline.blogspot.com

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Map 3D - Importando pontos e gerando superfície

Neste post eu apresento um vídeo explicando como importar arquivos de pontos (.csv, .txt, .xyz, etc.) de um terreno e gerar sua superfície 3D, aplicando o exagero vertical.

Este procedimento é semelhante ao disponível no Civil 3D porém, para quem é usuário do Map, é uma boa saída para analisar o terreno e tomar decisões.

Veja:

Civil 3D 2013 - Calculando volumes de materiais em Barragens

Prezados, boa noite!

Depois de muito tempo sem postar, por extrema falta de tempo, voltarei com o Civil 3D apresentando uma dica que havia recebido do amigo Daniel Queiroz.

Muitos de nós já esbarramos na situação de ter de calcular o volume dos materiais de uma barragem ou outra estrutura e em alguns casos, acabar gerando várias surfaces e depois extrair a diferença e aí... o projeto fica uma beleza de tanta informação sem a real necessidade.

Pois bem, neste vídeo eu apresento uma forma simples de calcular estes volumes sem a necessidade de passar pelo "perrengue" das surfaces, tornando o projeto mais leve e mais "inteligente".

O arquivo utilizado neste exemplo está disponível neste link: http://civil3dbr.typepad.com/.

Abaixo, a imagem da seção da barragem de autoria da Autodesk, disponível no tutorial de Subassembly Composer:



Vamos ao vídeo:


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Map 3D 2012 - Importando Dados de Levantamento (Survey Data)

Neste post, apresentarei para vocês como carregar em seu Map 3D, os dados de levantamento de campo.

O AutoCAD Map 3D permite que você gerencie dados de pontos de levantamento. Você pode importar pontos de levantamento nos formatos LandXML ou ASCII, visualização da Tabela de ponto (uma versão específica de ponto de levantamento da Caixa de diálogo Data Table, editar e adicionar pontos usando comandos de geometria de coordenada (COGO) e também, exportá-los no formato LandXML.

Usando o recurso de cópia em massa (Bulk Copy), você também consegue exportar pontos para outro armazenamento de dados e criar recursos geoespaciais. Por exemplo, se cada ponto de levantamento representa um poste de telefone, você pode exportar os pontos para um arquivo SDF chamado Poste_telefone.sdf. Você também pode adicionar Poste_telefone.sdf ao seu mapa, usando o Data Connect e trabalhar com os dados de ponto como recursos geoespaciais.
Os dados do levantamento são mantidos em um armazenamento de dados SDF dedicado. Você pode adicionar propriedades e classes novas ao esquema de armazenamento de dados de levantamento, mas seja cuidadoso para não alterar ou remover as propriedades e classes existentes. Os pontos em um armazenamento de dados de levantamento encontram-se no modo somente-leitura (read-only) até você clicar no botão Edit na parte superior do painel Task.

Você pode reorganizar os pontos de levantamento sem entrar no modo Edit (por exemplo, você pode mover os pontos entre os grupos de pontos). Ao clicar em Edit o AutoCAD Map 3D abre direto no modo de edição, o que significa que quaisquer alterações que você faça nos pontos dentro do AutoCAD Map 3D são aplicados imediatamente ao armazenamento de dados. Para trabalhar com dados de levantamento, você precisa estar online. O AutoCAD Map 3D se desconecta do armazenamento de dados de levantamento e a árvore de levantamento (survey) desaparece.

Vamos ao passo a passo...


Abra o arquivo PARCEL_OUTLINES.dwg.
No Task Pane, clique na guia Survey.
Clique em Data >> New Survey Data Store.

  

Na caixa de diálogo New Data Store, clique em Browse

Na caixa de diálogo do arquivo de armazenamento Create New Survey data: Navegue até sua pasta
•    Para File Name, digite: PARCEL_SURVEY
•    Clique em OK.
Para Coordinate System Assignment, verifique se o código está definido como CA-I (DWG).

Clique em OK.

Clique em Data >> Import ASCII Points.

Na caixa de diálogo Import ASCII Points, para File Location, clique em Browse.

Na caixa de diálogo Import ASCII File:
•    Navegue até o diretório onde se encontra o arquivo.
•    Selecione o arquivo PARCEL_SURVEY_CA- I_XYZ.txt .
•    Clique em OK.
•    Em Formatting:
•    Para Select Formatting, selecione ENZ (comma delimited).
•    Para Z-Unit, selecione Meters
Nota: Os pontos nesse arquivo ASCII não têm valor Z, mas se tiverem, você precisaria definir o valor apropriado da unidade Z.

Em Coordinate System Assignment:
•    Em Enter Code, selecione CA-I (Data Store).
•    Clique em OK
•    No painel Task, alterne ativar/desativar Data Store por meio da Verificação de pontos não agrupados (Checking the Ungrouped Points).
•    Clique na guia Display Manager

Observe a camada PARCEL_SURVEY no Display Manager.


DATASETS: http://www.4shared.com/zip/1kIwl6rl/Survey_Data.html

domingo, 8 de julho de 2012

Map 3D 2012 - Trabalhando em Ambiente Multiusuário

Boa madrugada a todos!


Depois de dois meses sem postar, achei que seria interessante começar cedo e... são 05:40h, hehe..

Vou começar agradecendo às empresas que venho dando consultoria e treinamento, dando credibilidade à Digital Cursos, uma empresa jovem especializada em treinamentos em softwares de engenharia.

Neste post, apresentarei como trabalhar em ambiente multiusuário no AutoCAD Map 3D.

Este procedimento deverá ser usado ao se trabalhar com modelagem de dados para um SIG (Sistemas de Informações Georeferenciadas), na produção da base cartográfica onde vários departamentos deverão estar envolvidos, tornando o projeto multidisciplinar de atualização em tempo real para todos os envolvidos.

Como exemplo em um governo, imagine que a equipe do Cadastro Técnico Municipal esteja trabalhando na atualização de sua base de edificações. Ao mesmo tempo, a Secretaria de Obras poderia estar lançando dos dados referentes à novas obras, a Secretaria de Meio Ambiente lançaria as informações sobre roteamento de caminhões de lixo, controle de árvores centenárias e etc.

Todas estas equipes trabalhando ao mesmo tempo. Enquanto uma atualiza seus dados e os "reporta" ao servidor, todas as outras verão as atualizações automaticamente, enquanto trabalham no mesmo projeto.

É uma das formas de se trabalhar neste tipo de ambiente porém, com um custo de implantação e manutenção mais em conta do que optar por se trabalhar com um SGDB como Oracle ou o  como PostgreSQL (código aberto).

Sendo assim, os usuários deverão estar trabalhando diretamente em seus arquivos SHP (Esri Shapefile), tomando o cuidado de ter uma cópia de segurança pois caso alguma informação importante seja deletada ou modificada por acidente, a mesma poderá ser restaurada a partir de um SHP backup.

Vamos aos procedimentos e logo em seguida, teremos um vídeo apresentando passo a passo para melhor compreensão.

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O AutoCAD Map 3D está setado para atualizar automaticamente suas mudanças, sempre que um arquivo for editado.

Os dados espaciais ficam desligados por padrão, é necessário buscar o arquivo para edição. Após realizar as mudanças, é necessário devolver as atualizações. Quando um arquivo é atualizado, ele está com uma trava, ou seja, outras pessoas poderão visualizar, mas não poderão editar os dados.


1. Abra um novo arquivo e defina seu Sistema de Coordenadas como Brasil SAD-69 UTM 23S.

2. Conecte e adicione no mapa a feição lotes.

3. Desabilite a opção Auto Checkout e Automatic Update para que o AutoCAD Map não atualize automaticamente suas alterações.

Aba Feature Edit >> Auto Checkout
Aba Feature Edit >> Automatic Update


4. Abra um novo arquivo e conecte o mesmo shape.

5. Coloque as duas janelas (dois arquivos) alinhadas verticalmente. Tomando o cuidado de deixar o primeiro arquivo do seu lado esquerdo.
6. Clique em Check-In. A feição foi atualizada.

7. Selecione a feição que será alterada.

8. Clique em Check-Out. A feição está pronta para edição e como leitura para outros usuários. É possível visualizar os grips da entidade.

Antes                                        Depois

9. Use os grips para alterar a feição.

Antes do Check-in

10. Para que o segundo usuário tenha acesso a visualizar as alterações, clique no botão Check-In e para ver o resultado na outra tela, clique no segundo mapa e use qualquer ferramenta de visualização como Zoom, Pan, etc.

Resultado:
Depois do Check-in

Vamos ao vídeo...